Ver anexo 29459
Esta foto do Candal, à cota 600, tirada às 9 da manhã de hoje, exemplifica o relativo fiasco que foi este episódio na zona de Coimbra. Depois, noutro post, explorarei o que pode ter falhado em alguns modelos e o que faltou para que o evento tivesse sido relevante.
A noite, na Serra do Carvalho à cota 300, teve vários aguaceiros totalmente líquidos de fraca a moderada intensidade, sempre com temperatura entre 2 e 3ºC até às 2 da manhã (a hora a que desisti e fui dormir). Isto depois de ter havido um aguaceiro de água neve por volta das 18 horas de ontem e com 5ºC de temperatura.
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Hoje de manhã fiz-me cedo à estrada e a primeira paragem foi o Candal. Estavam já 4 graus e havia vestígios, muito ténues, de algum gelo, principalmente nos carros e na vegetação, mas com uma espessura irrelevante.
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O que havia era muita água no estado líquido, os próximos dias serão muito preocupantes a confirmarem-se os valores previstos de precipitação:
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Continuei a subir, mas fui barrado 1 km acima, ainda não havia grande vestígio de neve:
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Desci para a Lousã e subi desde Miranda do Corvo para São João do Deserto, a caminho de Castanheira de Pera, porque cheirava-me que a encosta Sul da serra, ao estar menos exposta ao Atlântico, poderia ter mais acumulação. E, logo na subida para São João do Deserto começou a aparecer alguma neve à cota 550 m, havendo já alguma acumulação na praia fluvial da Louçainha, à cota 650 m:
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A acumulação nesta zona da serra parece ter estado diretamente relacionada com a intensidade dos aguaceiros, uma vez que no ponto alto uns quilómetros à frente (750 m), junto ao cruzamento para a capela de são João do Deserto, a acumulação era quase nula:
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Do lado de Castanheira de Pera a acumulação era bastante maior. Mesmo já estando tudo a derreter, havia vestígios logo à saída da vila e o Coentral Grande (700 m) havia bastante neve. O facto da montanha ter muito menos vegetação nesta encosta deixava o manto branco mais visível:
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