O Estado do País

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Estado
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Vou escrever algo que só poucos percebem, e que infelizmente não posso explicar porque mexe com grandes poderes instalados!

Esta guerra de baiixa intensidade que existe entre "Dízimos" e "Aventais" está a destruir o país aos poucos:disgust:!



Há uma situação que os assusta muito, e por isso estão evidenciar todos os esforços para resolver mas que é muito complexa, que é a questão do desemprego, pois vai causar instabilidade social, o que não interessa nada que aconteça.


O Avental, o Avental...




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O novo Código Penal, aquele que foi elogiado pelo Herman José...




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A Justiça, a Justiça lusitana, daquele povo que andou pelo Oriente...




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Infames lojas que por aí há...
 
Tenho ao meu lado uma lista de livros que pretendo adquirir no futuro. Contudo, de momento, não tenho dinheiro para todos. Também gostaria de ir mais vezes ao estrangeiro, especialmente para assistir a bons concertos de música clássica e de ópera. Sou estudante, e portanto não tenho dinheiro.

Todos nós temos os nossos sonhos, e a verdade é que a concretização de muitos implica dinheiro. Coisa que não abunda, ao contrário do que alguns dizem, num país pouco produtivo e onde ainda há 30 anos atrás nem havia electricidade em muitas povoações.

Quando se lamentam da falta de dinheiro, os portugueses esquecem sempre um pormenor: parte substancial da riqueza que produzem, vai para o Estado. Sim, para o Estado, via impostos. Ora, seria de exigir que esse dinheiro que nos é tirado dos bolsos fosse escrupulosamente aplicado. Para desperdiçar, então o ideal seria permanecer connosco, e assim teria o destino que o nosso livre arbrítio assim julgasse.

Mas não é isso que sucede. Das derrapagens financeiras, que ninguém julga e para as quais nunca há culpados punidos na Justiça, às megalomanias de «província» e de Estado central, são aos milhões os euros que nos saem dos bolsos para nos empobrecer mais do que para nos desenvolver.

Parece que os portugueses não percebem isto, e ao invés de sair para a rua, e insurgirem-se contra o saque, por vezes ainda pedem mais roubo. Pobre povo o nosso, que saiu de uma ditadura para isto. Basta dar-lhe circo e betão que fica maravilhado.

A diferença entre propaganda e realidade, ou mais um exemplar para a lista dos filhos do saque (elefantes brancos):

Propaganda:

Aviação
Aeroporto de Beja poderá atingir 1,8 milhões de passageiros em 2020
03.02.2007 - 10h32
Por Lusa
Miguel Madeira/PÚBLICO (arquivo)

O turismo será a vocação de lançamento do aeroporto, onde deverão começar a aterrar muitos voos charter e low cost
O aeroporto de Beja prevê atingir, entre partidas e chegadas, uma média de 178 mil passageiros em 2009, que poderão aumentar até 1,8 milhões em 2020, segundo as previsões da empresa responsável pelo projecto.

Em entrevista à Lusa, o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós, justificou as estimativas com a "existência de condições para um crescimento da procura turística".

O responsável apontou o aproveitamento civil das infra-estruturas da Base Aérea nº 11 (BA11) como a "principal razão" justificativa da construção da plataforma aeroportuária.

"Sem as infra-estruturas militares da BA11 perfeitamente operacionais e de boa qualidade, como é o caso da pista, seria difícil e injustificável construir um aeroporto de raiz em Beja", disse, acrescentando que "nenhuma infra-estrutura do género custa 33,1 milhões de euros".

Os empreendimentos turísticos de grande dimensão que se "avizinham" no Litoral Alentejano e na zona de Alqueva, que "vão transformar o Alentejo numa região de alto valor turístico", são outras das razões apontadas por José Queirós.

O turismo será, por isso, afirmou, a "vocação de lançamento" do aeroporto, que deverá assumir-se como complementar aos de Lisboa e Faro e apostar, graças à sua estrutura simples e custos operacionais reduzidos, nos voos de passageiros de companhias "charter" (voos ocasionais) e de "low cost" (voos regulares de baixo custo).

Com condições naturais "excelentes" e "difíceis" de encontrar nos aeroportos próximos de grandes cidades, o aeroporto de Beja, salientou José Queirós, "está também vocacionado para a carga aérea e pode tornar-se a mais importante plataforma logística aeroportuária do Sul do país".

"Mais do que um complemento, pode ser uma alternativa ao aeroporto de Faro, que praticamente não processa carga devido às limitações logísticas e de comprimento de pista", afirmou.

Por outro lado, defendeu, o aeroporto "deve explorar a sua proximidade com o porto de Sines para se transformar também numa importante plataforma de distribuição aérea de produtos destinados à Europa".

Neste capítulo, José Queirós referiu o projecto da Associação da Indústria e do Comércio dos Chineses em Portugal (AICCP), que quer criar, junto ao aeroporto, um parque empresarial dotado de condições necessárias para se transformar num interposto comercial para abastecimento e distribuição de produtos chineses destinados ao mercado europeu.

A AICCP pretende também instalar, no parque, um pólo industrial de produtos semi-acabados, ou seja, um conjunto de fábricas para montagem e acabamento de produtos de empresas oriundas da China e que se destinam à comercialização no mercado europeu.

De acordo com José Queirós, junto ao aeroporto de Beja poderá também "nascer" um "cluster" aeronáutico, através da instalação de empresas ligadas ao sector, como unidades de fabrico de módulos e componentes aeronáuticos ou de manutenção de aeronaves.


http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1284570

País Real:

Aeroporto de Beja inicia actividade como parque de estacionamento para aviões
Por Carlos Dias

Apesar de a infra-estrutura estar quase concluída, vão ser necessárias mais obras não previstas.

O investimento foi de 33 milhões de euros, os prazos derraparam e agora ficou claro que não há operadores interessados no aeroporto de Beja. Solução? Usar a estrutura para estacionar aviões inactivos. Quanto ao tráfego aéreo, talvez lá para 2014.

O aeroporto de Beja está praticamente pronto e a partir de agora o objectivo prioritário é saber que uso lhe pode ser dado. Esta é a conclusão que se pode retirar do Plano de Marketing do que passa a ser designado "Aeroporto do Alentejo".

Face à falta de operadores interessados em investir na nova unidade aeroportuária, a Ana - Aeroportos de Portugal, entidade que detém a sua concessão, admite que o Aeroporto do Alentejo vai ter "um arranque muito difícil", observa Luís Taborda, técnico de marketing da empresa, que se deslocou na quinta-feira a Beja para apresentar aos empresários da região as tarefas que vai ser necessário executar para "vender" um aeroporto que tem anunciada a sua abertura ao tráfego civil para Setembro de 2010.

Como não são conhecidos operadores interessados em utilizar o aeroporto, a ANA estabeleceu um programa, em três fases, que se vai prolongar até 2014. "A primeira passa por parquear" na placa de estacionamento do novo aeroporto "os aviões inactivos que estão a ocupar espaço noutros aeroportos", anuncia Luís Taborda. Segue-se o propósito de instalar empresas de manutenção de aeronaves "e só então, lá para 2014, é que podemos pensar no tráfego de passageiros".

Também aqui as perspectivas não são animadoras. Espera-se um fluxo de 24 mil passageiros e dois voos semanais, sem que seja possível identificar de onde virão e para onde irão.

O Aeroporto do Alentejo, descrito por José Sócrates em 2007 como "um baixo investimento para um grande benefício", foi dimensionado para dar apoio à componente turística que foi anunciada para a zona de Alqueva. Mas até ao momento nenhum dos projectos programados iniciou obra, e já se questiona se arrancarão de facto.

O projecto Parque Alqueva tinha um investimento previsto de mil milhões de euros. Vai iniciar a primeira fase de obra "com 50 milhões de euros", referiu Taborda. A alternativa está em aproveitar o "turismo que a região actualmente já recebe", acentua o técnico da Ana. Acontece que a maioria vem de carro de Espanha, como reconhecem as "Orientações Estratégicas para o Sistema Aeroportuário Nacional", de 2006.


http://jornal.publico.clix.pt/notic...ue-de-estacionamento-para-avioes-18446737.htm

Ou seja, gastaram-se 33 milhões de euros para nada. Agora, há que contar com os custos de manutenção. Estádio do Algarve, Estádio de Aveiro, Estádio de Coimbra, quatro ou cinco auto-estradas e agora um aeroporto. Milhões de euros que nos saíram dos bolsos e entraram nas contas das grandes construtores. Assim meus caros, assim se empobrece e se destrói a classe média de um país.
 
O Avental, o Avental...




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O novo Código Penal, aquele que foi elogiado pelo Herman José...




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A Justiça, a Justiça lusitana, daquele povo que andou pelo Oriente...




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Infames lojas que por aí há...



Não esquecer que de "DEI" "DEI" tambem contam, e de que maneira!

Algures em Macau houve muita gente que...
Há um livro que só saiu uma edição muito polémico, e de leitura obrigatória, que anda agora em versão pdf pela net, e que alguem me arranjou;).
 
Até estava a ser interessante,concordava com tudo,mas depois vi:
" Saímos de uma ditadura para isto " Até parece que a ditadura era melhor! Na ditadura não podias escrever posts,nem podias ir para as ruas contra o governo. E se a liberdade não é um avanço do nosso pais suficientemente bom para não dizermos frases como " Saímos da ditadura para isto ",estamos mal.

Muitos problemas a nossa democracia tem tido,mas ao ponto de dizer " Saímos de uma ditadura para isto ? " também não brinquemos. Eu gostava que o pais evoluisse,e não voltasse ao passado que foi tão mau ou pior que o presente.Esse devia ser um ponto assente,e a partir disso acabarmos com os vários abusos de poder que falas ai,e bem. O nosso dinheiro tem que ser melhor aproveitado,concordo plenamente nisso.
 
Leitura interessante sobre o tema... para fugir um pouco à literatura-diagnóstico já muito gasta. Precisamos de soluções mais do que discutir a realidade... :unsure:

estado.jpg
 
Que havemos de dizer do preço da gasolina em Portugal nestes primeiros 12 dias de 2010 a gasolina já subiu 6 cêntimos, a crise como alguns dizem acabou, e começou a roubalheira, como é que o preço da gasolina está tão elevado quando o preço do petróleo ronda os 80 dólares e nem sequer bate máximos históricos quando a gasolina estava ao mais alto preço. A culpa é da vaga de frio na Europa, a culpa é sempre de alguém mas é sempre descabida.:disgust: O país vai cair como a Grécia e não deve faltar muito tempo, talvez em 2011 ou 2012 batemos no fundo.

O desemprego bate recordes a culpa é da crise internacional, o Algarve tem a sua taxa de desemprego mais alta de sempre a culpa é da crise... Será que os assaltos violentos a vivendas de estrangeiros será também culpa da crise, o Algarve vai sofrer e muito com esta insegurança, porque as notícias correm depressa e o clima de insegurança é geral. e curioso está tudo em silêncio, porque será, porque ninguém tem soluções as polícias não têm meios, enquanto os polícias prenderem os ladrões e vão a tribunal e os juízes colocam-os cá fora, não há nada a fazer, é melhor sentarmo-nos à espera que isto mude.
 
Os algarvios semearam ventos e estão a colher tempestades. Extinguiram a indústria conserveira, que em parte foi deslocalizada para o sul de Espanha, não revitalizaram a agricultura e não criaram novos negócios no sector industrial, portuário e das novas tecnologias. Instalou-se o discurso absurdo de que a região iria viver apenas da construção e do turismo.

Ora, aos ignorantes que defenderam esse caminho, alguns pormenores foram esquecidos. Parte do sucesso da construção deveu-se à ausência de mercado de arrendamento. As aldeias, vilas e cidades cresceram como nunca nos últimos dez anos à custa do abandono de áreas urbanas mais antigas, que não foram revitalizadas. Os algarvios endividaram-se para comprar casa nova, mas agora grande parte das necessidades de primeira habitação da região estão satisfeitas, portanto há que salientar que o desemprego na construção veio para ficar. Depois, com a nova moeda e a concorrência de novos mercados, os estrangeiros estão a comprar menos casas para segunda habitação.

Quanto às obras públicas, para além da melhoria da linha férrea, do hospital central ou da melhoria de alguns acessos, a região não precisa de muito mais betão. Mais um sector onde o desemprego será para ficar.

Na região de Tavira a emigração voltou. Os jovens que ficam na região, trabalham em supermercados, hipermercados e lojas de centros comerciais, onde são mal remunerados e só conseguem sobreviver porque vivem em casa dos pais e recebem ajudas de familiares.

Houve vários despedimentos no sector turístico, e diga-se, já há empresários do sector a afirmar que o crescimento da hotelaria e do golfe já está a atingir o seu limite.

E depois há a questão da sazonalidade. O turismo do Algarve em tempos tinha os estrangeiros no Inverno, os portugueses no Carnaval, os espanhóis e os portugueses na Páscoa, os reformados em Maio/Junho e Setembro/Outubro, e o turismo de Verão, que demorava quase quatro meses.

Agora, há cada vez menos estrangeiros no Inverno, e ano após ano o turismo está a ficar mais concentrado entre 20 de Julho e 20 de Agosto.

O Algarve precisa de indústria, agricultura e um porto de mercadorias decente em Faro para exportar o que produzir. O resto são tretas.
 
Mais elefantes brancos: Estádio do Algarve




Empresa que gere Estádio do Algarve vai despedir maioria dos funcionários
Hoje às 09:11

A empresa do Parque das Cidades que construiu e gere o estádio do Algarve vai despedir a maioria dos funcionários, apurou a TSF. Com dívidas que ultrapassam os três milhões de euros, as câmaras municipais de Faro e Loulé, que lideram a empresa, assumiram-se «estranguladas» financeiramente, e admitiram que até o Conselho de Administração sofrerá alterações.

A repórter da TSF Maria Augusta Casaca relata as dificuldades financeiras sentidas na gestão do Estádio do Algarve

A empresa que gere o estádio do Algarve, construído para o Euro 2004, vai reduzir o quadro de pessoal devido às dificuldades em pagar as dívidas de mais de três milhões de euros e os custos da manutenção diária do espaço, que rondam os cinco mil euros.
De acordo com as autarquias que comandam a empresa, dos vinte funcionários que fazem parte do Parque das Cidades, ficarão apenas os necessários para a manutenção do Estádio. Entre os novos desempregados vão estar os quadros superiores como arquitectos, engenheiros ou topógrafos.
Em declarações à TSF, o presidente da Câmara de Loulé, Seruca Emídio, revelou que irá tentar reintegrar alguns técnicos na sua autarquia e explicou que, mesmo entre os três administradores do Estádio do Algarve, provavelmente só um ficará ao serviço.
«Diminuindo de forma drástica o número de técnicos profissionais na estrutura do Parque das Cidades, não fará sentido ter um Conselho de Administração com três elementos», afirmou.
Este problema não afecta apenas o estádio do Algarve, mas também as câmaras de Aveiro, Coimbra e Leiria que já reconheceram as dificuldades em pagar os custos de manutenção dos estádios construídos para o Euro 2004.
A empresa recusou-se a comentar esta informação.

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1468726
 
É a isto que chegámos, à «praia de Madrid», pro surf. Seremos um país de otários para termos direito a estas tretas ? Se calhar somos mesmo, e merecemos o que temos.



YouTube- Ministro diz que "TGV pode transformar Lisboa na 'praia de Madrid'" @ TVI 2010


Umas dezenas de milhares de milhões de euros, a aldrabice e fraude começa logo nas contas que apresentam, os custos serão 2 ou 3 vezes superiores com as clássicas derrapagens. Ninguém afinal sabe mesmo como isto será pago, para além dos «Jorges Coelhos» do regime e sus mui muchachos da construção e banca. Terá que ser pago com dívida claro, pelas gerações futuras, em contratos sempre ruinosos para o estado e todos nós, com auditorias catastróficas mas sempre inocentes do tribunal de contas que nunca nenhuma consequência prática terão.

Resta saber até quando temos/teremos crédito para dívidas e aventuras destas. A nível internacional na alta finança, contado por amigos próximos do ramo, já há muito nervoso miudinho nos últimos dias, muita gente aponta Portugal como o próximo país a dar o estoiro. Estejam atentos, vejam bem em que banco têm o dinheirinho. Os sinais preocupantes são evidentes, até a oposição parlamentar decidiu inverter a estratégia face ao enorme risco que corremos.

Surreal!

Mas gostei do que se segue a:
"O governo quer tirar o aeroporto do centro de Lisboa."

Talvez o TGV tenha como estação final a Costa da Caparica. :lol:
 
É o País que temos.........:disgust::disgust:

Um milhão e 220 mil euros para o distrito de Bragança.

É o que está destinado no PIDDAC para 2010.

São menos seis milhões e meio de euros do que no ano anterior, no que se refere a investimento.

O orçamento sofreu assim um corte drástico e é mesmo o valor mais baixo em todo o país comparativamente com os restantes distritos.

Este ano, o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central apresenta dotação para quatro dos 12 concelhos do distrito: Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Mogadouro.

A capital é quem recebe mais dinheiro, perto de 685 mil euros, sendo que grande parte das verbas é destinada às novas instalações do Centro de Respostas Integradas e à reabilitação do Instituto Politécnico de Bragança.

Miranda do Douro é o segundo concelho que mais recebe.

São cerca de 266 mil euros, dos quais 241 são canalizados para a remodelação e ampliação do Museu Terras de Miranda.

Macedo de Cavaleiros recebe 181 mil euros para a câmara municipal e um lar de idosos e Mogadouro 88 mil também para a autarquia e para remodelações no tribunal.

Diário de Trás-os-Montes
 
Risco da dívida portuguesa dispara para valor recorde

O custo de subscrever a protecção para um eventual incumprimento da dívida portuguesa disparou hoje para o valor mais alto de sempre, com os Credit Default Swaps (CDS) sobre obrigações de Portugal a registar a maior subida do mundo

Depois de ter tocado nos 196,2 pontos, os dados da Credit Market Analysis revelam que os CDS para as obrigações com maturidade de cinco anos estavam às 17:45 a subir 17 por cento para 195,8 pontos.

É a maior subida em termos mundiais no que toca a dívida soberana, seguindo-se Espanha (aumento de 11,6 por cento para 148,9 pontos) e a Itália (subida de 6,6 por cento para 130,1 pontos).

A Grécia, cujas dificuldades económicas e financeiras têm estado a assustar os mercados, tem os CDS sobre as obrigações a cinco anos a subir 2,8 por cento, para 398,37 pontos.

A forte subida de hoje dos CDS sobre obrigações dos países do sul da Europa indica que os investidores consideram que o risco de deterioração das finanças públicas destes países está a aumentar.

Os indicadores de risco da dívida portuguesa também estão a ser pressionados pela emissão de bilhetes do Tesouro português, que o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) realizou hoje.

Inicialmente, estava prevista a colocação no mercado de 500 milhões de euros de bilhetes do tesouro com maturidade de Janeiro de 2011, mas o IGCP optou por vender apenas 300 milhões, devido à subida do juro em 49 pontos percentuais acima da taxa oferecida na última emissão lançada em Janeiro.

Os investidores deram também monstras de nervosismo no segmento accionista com as bolsas portuguesas e espanholas a apresentar hoje as maiores quedas do mundo.

SOL com agências
:sad: os senhores do FMI ou Bruxelas qualquer dia aterram na portela.
 
Uma vergonha autêntica!
Prefiro nem comentar.
Por isso sou um monárquico a 100%. Nunca dantes nesse país viveu-se tanta vergonha com bananas desses ministros ao comando do país. É o que eu digo: Em Portugal vive-se uma república travestida porque de república deve ter o mínimo dos mínimos.


Engraçado que com essa disputa da lei das finanças regionais começaram a emergir vozes aliadas a movimentos independentistas dos Açores e que urgem aos anos 60. Com as autonomias criadas dos arquipélagos e que foram alcançadas nos anos 70, vejo que as mesmas tiveram adormecidas...
 
Parece que 2ªfeira vem aí mais um aumento da gasolina e do gasóleo, paga zé povinho paga que é para eles meterem dinheiro nos bolsos.

Tanto sacrifício por causa do défice, tanta festa que o défice estava abaixo dos 3% para depois vir a crise e pimba fazer disparar o défice para o valor mais alto de sempre, um exemplo a dar.:lol: Toda a gente afirma que Portugal vai ser o próximo a seguir à Grécia, claro que vai ser, enquanto gastarem dinheiros desnecessários como o TGV, Aeroporto e 3ª ponte sobre o Rio Tejo.
Quando o governo salvou através da CGD o banco BPN em que se gastaram milhões e milhões de euros,e agora a CGD não empresta 1,2 milhões de euros para a inviabilização da AliSuper, uma empresa importante no Algarve que emprega 500 trabalhores directos e 200 trabalhadores indirectos, estamos mesmo mal, este governo ignora simplesmente o Algarve, o Algarve é a região onde existe mais desemprego, e assim sendo mais 700 estão a caminho do desemprego. Que tristeza de país, os ricos são sempre beneficiados e aqueles que lutam pelos seus empregos vão para a rua, que é lá que estão bem.
 
Por causa desta situação financeira que afecta o nosso país, a Espanha, a Irlanda e a Grécia, já há humor corrosivo a atacar-nos...

Ao conjunto destes países já se denomina de:

Portugal
Ireland
Greece
Spain

É triste mas é verdade...o povo português deixou este país chegar a esta situação. Mais palavras para quê? Temos os (des)governo que queremos - ele é a imagem fiel daquilo que o povo escolheu nesta última quinzena de anos e vai ser mais 4 anos.:sad:
 
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