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Esses comentários no facebook e os desvarios de Vital Moreira e cia. lda., só aproveitam a AJJ para seguir na crista da onda a fazer-se de vítima. E a passar esse sentimento aos madeirenses.
Portanto deveria de haver algum cuidado dos políticos e opinion makers quando expressam opiniões extremadas face à Madeira. Porque esta seria uma boa oportunidade para os madeirenses derrotarem AJJ nas urnas, o que é pena é que a burrice da oposição já começou a estragar tudo.

Ora aqui está tudo dito! Um dos problemas na Madeira sempre foi esse. Uma oposição por vezes patética, quase ao serviço de AJJ, pessoa com todos os defeitos concerteza, mas que de burro não tem nada.
 
Ora aqui está tudo dito! Um dos problemas na Madeira sempre foi esse. Uma oposição por vezes patética, quase ao serviço de AJJ, pessoa com todos os defeitos concerteza, mas que de burro não tem nada.

Por falta de oposição interna, dentro do PSD-Madeira, e por falta de uma oposição com elevação, creio que AJJ tem caminho aberto para vencer com maioria absoluta.
 
EP tem "tudo pronto" para cobrar portagens nas SCUT
A Estradas de Portugal está pronta para começar a cobrar nas SCUT do Algarve, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Interior Norte.

A garantia foi dada hoje pela administradora da empresa Ana Tomáz.

"Nós, EP, temos tudo preparado para começar com a cobrança de portagens", garantiu a administradora, acrescentando que a empresa está a aguardar a conclusão do processo legislativo necessário para o início do pagamento.

A garantia foi dada durante uma audição nas comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública e Economia e Obras Públicas sobre uma auditoria à EP, que conclui que a empresa corre o risco de insustentabilidade financeira a partir de 2014.

Em causa está o início da cobrança de portagens nas SCUT do Algarve (A22), Beiras Litoral e Alta (A25), Beira Interior (A23) e Interior
Norte (A24).

O início da cobrança das portagens nestas concessões chegou a estar previsto para 15 de Abril, mas o anterior Governo suspendeu a medida por considerar, com base num parecer jurídico, que seria inconstitucional um executivo de gestão aprovar um decreto-lei para introduzir novas portagens, respectivo regime de isenções e descontos.

Em resposta ao deputado do CDS-PP, Hélder Amaral, a administradora da EP disse ainda que os veículos com matrícula estrangeira já estão a pagar portagens.

"Já há cobrança de veículos com matrícula estrangeira. Já temos brigadas de fiscalização na rua, que esclarecem sobre estas matérias", disse Ana Tomáz.

Os pórticos que foram instalados para a cobrança de portagens nas
SCUT não faziam a leitura das matrículas de veículos com matrícula estrangeira, pelo que não estavam a ser cobradas portagens.

Económico
 
FMI reconhece riscos da 'desvalorização fiscal'

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reconhece que a desvalorização fiscal, que o memorando da troika prevê que Portugal inscreva no Orçamento do Estado para 2012, tem alguns riscos. A instituição dedica parte dos anexos do relatório sobre finanças públicas "Fiscal Monitor", publicado hoje, a esta medida cujo objetivo é simular uma desvalorização cambial quando os países não têm moeda própria, como é o caso português.

O FMI sublinha que a política fiscal não é a forma adequada para resolver problemas estruturais, mas que pode ter algum efeito temporário de curto prazo enquanto as reformas fundamentais são realizadas.

Uma das condições essenciais para que a desvalorização fiscal tenha impacto é que os salários sejam rígidos. Por outras palavras, é essencial que os salários não subam em resposta ao agravamento dos impostos (IVA ou outros) usados para compensar a descida da taxa social única (TSU). Caso contrário, os efeitos da desvalorização fiscal serão diluídos.

O FMI recomenda ainda a países como Portugal ou Grécia, onde a taxa normal de IVA é já de 23%, que optem por aumentos das taxas reduzidas para evitar que a evasão fiscal se agrave. Ao mesmo tempo, alerta para o facto de os consumidores poderem antecipar consumo antes da subida do IVA, o que pode significar um agravamento das contas externas no imediato.

O documento lembra, apesar de tudo, que os vários estudos conhecidos sobre a medida - entre eles o do Banco de Portugal e o do economista da Universidade Nova, Francesco Franco - apontam todos para efeitos positivos mas limitados da medida e que para serem significativos são necessárias grandes reduções das contribuições sociais.

Recorde-se que o FMI tem insistido, através do seu chefe da missão em Portugal, Poul Thomsen, num corte drástico da TSU. Inicialmente chegou a falar num corte de 11 a 12 pontos percentuais, o que reduziria a taxa para cerca de metade da atual, mas na semana passada falou em apenas oito pontos numa fase inicial. Mesmo assim, é um corte bastante superior ao pretendido pelo governo que tem falado numa descida na ordem dos quatro pontos e foi até uma medida dessa magnitude que analisou no relatório publicado em agosto.

Fonte: Expresso


O corte na TSU (na minha opinião um erro histórico que se vai cometer), por maior que seja, já se encontra diluído no aumento de 17% do IVA na electricidade.
 
É arriscado, mas que alternativas temos ? Nesta situação não existem receitas milagrosas, andamos todos a navegar à vista.

O problema é que é arriscado e não terá resultados práticos (um exemplo já referi anteriormente, as empresas irão compensar o aumento dos impostos).

Além disso irá originar um maior défice na segurança social quando este tem tendência para se agravar em relação - à esperança de vida; rácio natalidade/mortalidade; aumento da emigração e diminuição da imigração; - da sociedade portuguesa.

PS: Já referi aqui soluções neste tópico, que apesar de serem de difícil concretização, poderem ter pormenores inconstitucionais, limitadores de liberdades pessoais e sobretudo de poderem não ser aceites pela UE, eles são concretizáveis.
 
A solução talvez passe por um perdão parcial da dívida grega e da dívida portuguesa, um pouco na linha do que defende Strauss-Khan. Mas isso duvido que aconteça, pois a previsível bancarrota da Grécia visa desencadear uma série de eventos que servirão diversos objectivos.
 
Lousano, o aumento do IVA da electricidade não afecta directamente as empresas, apenas os particulares, e poderá induzir alguma eficiência energética, forçar a renegociação de tarifas subsidiadas e diminuir as importações de energia. As únicas alternativas são a desvalorização da moeda, ou a diminuição de impostos para as empresas. A primeira não a podemos fazer, a segunda também não, que o Estado precisa de dinheiro. Resta agora ir o bolo da segurança social. É bom ? Não, é péssimo, mas não vejo mais nenhuma forma. Que o seja de forma temporária e excepcional, durante uns 3 ou 4 anos, e esperar por um milagre que crie emprego que compense em parte a austeridade. Porque sem emprego a segurança social fica com o buraco na mesma.

Há quem fale numa desvalorização indirecta via descida média dos salários na ordem dos 30%.
 
A solução talvez passe por um perdão parcial da dívida grega e da dívida portuguesa, um pouco na linha do que defende Strauss-Khan. Mas isso duvido que aconteça, pois a previsível bancarrota da Grécia visa desencadear uma série de eventos que servirão diversos objectivos.

A Angela Merkel (o seu staff) já previu as consequências num caso da bancarrota grega e serão devastadoras para a economia global (desconfiança total no Euro e nas outros países europeus com elevadas dívidas públicas).

O problema surge nas eleições regionais na Alemanha que já demonstram uma cisão entre a coligação do governo central e isto tudo leva ao adiar e deixa andar da situação europeia.

Além disso a Grécia não tem ajudado, não existe qualquer convergência política para resolução do problema grave que sofrem e dessa forma surge a falta de confiança (um consenso) por parte de todos os membros da "troika" para lhe concederem mais empréstimos. (Lembra-me algo... uma Madeira que tem uma elevada dívida, que a esconde e que o seu governante diz em comícios que quer continuar a gastar).

Mas isto é apenas uma parte de uma teia de eventos que vão complicando todo o sistema de financiamento estatal.
 
Lousano, o aumento do IVA da electricidade não afecta directamente as empresas, apenas os particulares, e poderá induzir alguma eficiência energética, forçar a negociação de tarifas subsidiadas e diminuir as importações de energia.

Directamente não irá afectar, apenas irá tornar os seus produtos menos competitivos e para compensar esse facto irão utilizar a margem surgida no desconto na TSU.


Porque sem emprego a segurança social fica com o buraco na mesma.

O problema é esse, não gerará emprego, ou seja será apenas aumentar o buraco.
 
Chamem-me doido, mas Portugal está falido e a única solução é um perdão parcial da dívida, despedimentos em massa na função pública e saída do euro. Alternativamente, tornar a capital Berlim, e passarmos a ser uma região periférica subsidiada pela Alemanha, em troca do Algarve e da Madeira para os alemães passarem férias, da ZEE, dos campos agrícolas do Alentejo ou do Ribatejo, do ouro do Banco de Portugal e da população portuguesa, que substituirá os imigrantes magrebinos ou turcos nos trabalhos que os alemães não querem :lmao:

Se o Estado começar a despedir como exige a Troika, se cortar 50% do subsídio de Natal, se aumentar o IVA, a queda no consumo será enorme. E isso aumentará o desemprego. Depois há o fim da construção civil, o facto de pouco ou nada produzirmos, o congelamento de obras públicas. A médio prazo, não é de descartar a falência de centros comerciais, ginásios, spa's, todo o sector dos serviços que cresceu desmesuradamente nos últimos anos, à custa de endividamento. Logo mais desemprego. Então milhares de famílias ficarão sem condições de pagar as prestações da casa e do carro. E então, como ficará a nossa Banca?
 
O aumento do IVA não afecta as empresas pois é um imposto dedutível...

É dedutível, mas apenas nos seus gastos. Os produtos e serviços que contratarem é que já poderão sentir o valor inflacionado do custo energético.

...nas empresas apenas irá afectar os produtoras de electricidade por via de contracção de consumo de electricidade, e dessas não tenho pena nenhuma. O mercado eléctrico nacional é artificial, nos últimos anos devia ter havido melhoria da eficiência energética e contracção significativa com a crise e aumento de combustíveis, mas isso não ocorreu por ser fortemente regulado e subsidiado.

Totalmente de acordo, desde inicio acho absurdo (milionário?) os subsídios às energias (não estou apenas a falar às renováveis).
 
Chamem-me doido, mas Portugal está falido e a única solução é um perdão parcial da dívida, despedimentos em massa na função pública e saída do euro. Alternativamente, tornar a capital Berlim, e passarmos a ser uma região periférica subsidiada pela Alemanha, em troca do Algarve e da Madeira para os alemães passarem férias, da ZEE, dos campos agrícolas do Alentejo ou do Ribatejo, do ouro do Banco de Portugal e da população portuguesa, que substituirá os imigrantes magrebinos ou turcos nos trabalhos que os alemães não querem :lmao:

Existem rumores que a Alemanha se propõe a dominar a Europa via económica como resposta ao falhanço nazi. Até existe um documento áudio na Internet a retratar esse facto. :D
 
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