vinc7e
Nimbostratus
E como o governo não toma decisões em cima do joelho, está empenhado em arranjar uma solução para o problema que herdou...
O que eu me ri agora

E como o governo não toma decisões em cima do joelho, está empenhado em arranjar uma solução para o problema que herdou...

![]()
![]()
![]()
Como tu dizes, e bem, as eleições de 1933 na Alemanha não foram livres. Havia agentes das SS armados nas mesas de voto, já para não falar do clima de terror que se vivia após o incêndio do Reichstag e da prisão de grande parte dos dirigentes do KPD e do SPD. Tanto Mussolini como Hitler tiveram o apoio de conservadores e católicos (o catolicismo tem muito de socialismo, muitos dizem que Jesus Cristo foi o primeiro comunista na Terra). O apoio de liberais (liberais mesmo, não do tipo CDS) não deve ter tido.
Nem de proposito, ultima do governo que não toma decisões em cima do joelho
estes regimes defendem a exclusiva autossuficiência do estado, das suas razões, superior à moral e ao direito.
sendo estas obrigatoriamente submissas a um autoritarismo
(...) ou seja, nada a ver com o socialismo....
Tudo a ver com o socialismo.
As políticas de extrema-direita geralmente inclui autoritarismo, anticomunismo e o nativismo. Muitas vezes, o termo "extrema-direita" é aplicado a fascistas e neonazistas, e os principais elementos do fascismo têm sido considerados claramente como de extrema-direita, como a sua crença de que pessoas supostamente superiores têm o direito de dominar a sociedade enquanto se purga elementos supostamente inferiores, e - no caso do nazismo - genocídio de pessoas consideradas inferiores. Reivindicações de que um grupo superior deve ter proporcionalmente mais direitos do que as pessoas inferiores são associadas às vezes com a extrema-direita. A extrema-direita tem historicamente favorecido uma sociedade elitista, baseada na crença da legitimidade do domínio de uma minoria supostamente superior sobre as massas inferiores. As políticas da extrema-direita geralmente envolvem posturas anti-imigração e anti-integração contra grupos que são considerados inferiores e indesejáveis. Com relação as medidas sócio-culturais (cultura, nacionalidade e migração), uma posição de extrema-direita poderia ser de opinião de que certos grupos étnicos, raciais ou religiosos deveriam ficar separados, e que os interesses do próprio grupo devem ser priorizados.
Nem sei porque é que se prolongam tanto estas questões.
Pergunta simples. Quantos países não democráticos existem hoje no mundo, entre regimes fascistas e comunistas ? Todos sabem a resposta.
Salário médio em Cuba ou na Coreia do norte não passa dos 15€/20 pá, são fábricas de pobres há décadas.
(...) O regime Hitleriano é "facista" na sua plenitude, estes regimes defendem a exclusiva autossuficiência do estado, das suas razões, superior à moral e ao direito.
(...) a imposição de classes desiguais sendo estas obrigatoriamente submissas a um autoritarismo, ou seja, nada a ver com o socialismo....

Ao citar-te cortei a parte das raças, que sim é mesmo exclusivo do Hitler.
Quanto ao resto e tendo em consideração que karl marx é digamos o pai do socialismo, em que é que distingue a descrição que fazes, colocando o hitler de um lado e o lenine/estaline do outro?
No regime soviético continuou havendo classes, a classe do partido e a classe operária, com tratamentos desiguais. Tudo o resto é igual, basta trocar hitler por lenine e ler!
Terá sido o regime soviético, um regime fascista feito disso tudo que descreves? Propaganda, estado autoritário e auto-suficiente à força, sociedade submissa ao partido. Desrespeito pelos ideais de cada cidadão, sem religião, sem credo, apenas obediência e lealdade ao partido.
Hitler socialista, lenine fascista, ou vice-versa vai tudo dar no mesmo: socialismo!
...É uma sina curiosa da Direita, ser dirigida por gays...

Société Générale: Troca de dívida até dois mil milhões é um bom resultado, superior uma surpresa positiva
Société Générale considera que se o Tesouro português trocar dívida em dois mil milhões de euros obtém um resultado positivo. Acima disso, será uma "surpresa positiva". Já o Commerzbank defende que, caso a operação seja bem sucedida, as hipóteses de Portugal vender dívida no mercado primário no próximo ano aumentam.
O Société Générale considera que na operação de troca de dívida, que o Tesouro português realiza esta terça-feira, um bom resultado é Portugal trocar cerca de dois mil milhões de euros. Mas se o montante for superior, o banco de investimento francês considera que se trata de uma surpresa positiva.
De acordo com a Bloomberg, o banco de investimento francês aponta assim que, caso Portugal consiga trocar um montante de dívida superior a dois mil milhões de euros, os investidores dão mostras de confiar em Portugal e a curva de rendibilidade da dívida portuguesa torna-se mais saudável, ou seja, mais próxima do zero nas maturidades mais curtas e mais elevada nas maturidades mais longas.
Já os analistas do Commerzbank consideram que esta troca de dívida pode ser vista de forma positiva com o IGCP a tentar entrar nos mercados. Os analistas deste banco apontam mesmo que, uma troca de dívida entre dois a quatro mil milhões de euros - sem isso tenha reflexo na dívida a cinco anos - pode ser vista como bem-sucedida. Para o Commerzbank, uma operação bem-sucedida pode aumentar as hipóteses de Portugal vender dívida no mercado primário em 2014, talvez bem cedo como, por exemplo, no mês que vem.
Já o nipónico Nomura considera que a incerteza em relação ao que vai fazer o Tribunal Constitucional relativamente a algumas medidas pode fazer com que alguns investidores não queiram participar na operação.
O IGCP vai promover esta terça-feira, uma operação de troca de dívida pública. Investidores serão convidados a trocar títulos que se vencem em 2014 e 2015 por obrigações com vencimento em 2017 e 2018.
O objectivo da operação, de participação voluntária para o investidor, é aliviar os montantes de dívida a reembolsar nos próximos dois anos. O Tesouro português realizou uma operação semelhante em Outubro de 2012.
Ida aos mercados desta manhã foi um sucesso, estamos menos "sufocados" nos próximos 2 anos, atiramos a dívida para o futuro... será esta a estratégia certa?

Rabobank já admite saída "limpa" de Portugal após troca de dívida
Analistas consideram que operação de troca realizada esta manhã foi positiva, pois pode ajudar Portugal a sair do programa da ‘troika' de uma forma mais suave do que o previsto.
"Os alívios nos reembolsos de dívida nos próximos dois anos deverão aumentar as hipóteses de Portugal sair do seu programa de resgate, senão de uma forma igual à Irlanda, então com um apoio adicional menor do que o antecipado", segundo referiu o estratega do Rabobank Lyn Graham-Taylor.
O analista reagia assim à operação de troca de dívida realizada esta manhã pelo IGCP, que permitiu adiar para 2017 e 2018 reembolsos de 6,6 mil milhões de euros em obrigações do tesouro com maturidade nos próximos dois anos.
"Ficou acima das nossas expectativas e deverá ser visto como positivo para o sentimento dos periféricos", acrescentou o responsável do Rabobank.
Para Steven Santos, da XTB Portugal, "Portugal foi hoje bem sucedido" na operação. "O ano de 2014 é crítico para a gestão da dívida portuguesa, visto que termina o programa da troika e Portugal quer reconquistar o acesso completo aos mercados internacionais", referiu o especialista, acrescentando que: "Com esta troca, o IGCP vai assumir juros superiores (cerca de 322 milhões), porém, só irá pagar em 2017 e 2018. O rendimento maior reflecte a maior duração da dívida. Nessa altura, a economia portuguesa já deverá estar a crescer e teremos a possibilidade de nos financiar de forma independente a longo prazo".
E conclui: "É uma operação inteligente mas perigosa, porque depende da saída completa do programa da troika e da aceitação de Portugal nos mercados internacionais".
Para aqueles que pedem para reestruturar a dívida, esta situação é o quê? É no mínimo parecido com isso. E daqui a 3 anos o estado poderá fazer o mesmo.