O Estado do País

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O ministro da Educação anunciou esta terça-feira a intenção de introduzir o Inglês no currículo obrigatório do 1.º ciclo do ensino básico a partir de 2015/2016. A aplicação da medida será feita de forma faseada, começando nesse ano letivo em apenas algumas escolas.

O anúncio foi feito esta tarde na comissão parlamentar de Educação, tendo para isso sido constituído um grupo de trabalho que irá estudar as alterações necessárias aos programas de Inglês em vigor e ainda a formação que será exigida.

O Inglês como disciplina obrigatória deverá ser lecionado a partir do 3.º ano, tal como foi proposto pelo Conselho Nacional de Educação num parecer divulgado no início do ano.

"O inglês é hoje aquilo que mais se aproxima de uma língua franca mundial. É em inglês que se fazem negócios, é em inglês que se discutem paper científicos", justificou Nuno Crato.

http://expresso.sapo.pt/ministro-quer-ingles-obrigatorio-no-1-ciclo-em-2015=f868677#ixzz30wxt5O4s

Eu cá acho que devíamos começar já a aprender mandarim. Porque o inglês será relegado para uma posição inferior. Os dados económicos e científicos assim o indicam.

Ao menos em vez de Inglês e Francês que seja Inglês e Mandarim. Falta visão a este ministro. Fala sempre mal dos alunos portugueses. Não sabe ele que aprender mandarim aumenta a inteligência?
 
"Eu acho que quem defende que o problema [da produtividade] está nos trabalhadores não está a fazer o diagnóstico certo", disse António Pires de Lima durante o CEO Fórum 2014, organizado pelo Negócios e pela IBM, que decorre esta quarta-feira, 7 de Maio, em Lisboa.

O ministro da Economia argumentou ainda que os trabalhadores portugueses "quando bem liderados são do melhor que há". "São capazes de operar verdadeiros milagres", acrescentou.

Para o governante, o desafio da produtividade só será vencido pela capacidade "dos gestores de levarem as suas empresas a entrar em cadeias de valor acrescentado maior", constatou.

Pires de Lima disse ainda que no seu entender "as pessoas não são um custo". "São um valor, e o valor é tanto maior quanto maior a capacidade dos empresários", rematou.

O ministro da Economia deu ainda o exemplo dos engenheiros portugueses da Autoeuropa que estão a trabalhar deslocalizados na Volkswagen na Alemanha para elogiar a singularidade do trabalhador português.

"Tive a oportunidade de verificar numa visita à Volkswagen que os engenheiros portugueses aprenderam a falar alemão em dois ou três meses". Esta situação levou o ministro a colocar uma questão: "Digam-me que outro povo tem essa capacidade de aprender tão rápido? De falar tantos idiomas?

Agora a culpa da baixa produtividade é dos patrões e não dos preguiçosos dos trabalhadores.
 
Agora a culpa da baixa produtividade é dos patrões e não dos preguiçosos dos trabalhadores.

Boa tarde:)

Sobre este tema eu vejo-o da seguinte maneira: há bons e maus patrões, bons e maus chefes, bons e maus trabalhadores (empregados), bons e maus governantes.

Para mim a culpa da baixa produtividade em Portugal é de todos.
Não é a identificação disto que resolve o problema. O problema resolve-se quando todos se sentam à mesma mesa e discutem os assuntos com objectividade.
Isso tem faltado em Portugal.
Cada grupo, cada profissional encara apenas e só o seu sustento pelo passar de horas e...pronto! Não há uma conjugação entre os objectivos institucionais e os objectivos individuais.

Um dos melhores exemplos de gestão empresarial está precisamente no modelo germânico.
Nele há organização, objectividade, uma participação efectiva patronato\trabalhador e uma noção clara de repartição custo\benefício para as duas partes.
 
Complementando o meu post do PCP:

«Não dêem ao PCP tachos, nós não aceitamos»

http://www.tvi24.iol.pt/aa---videos...jeronimo-de-sousa-pcp-tvi24/1242507-5796.html

João Ferreira, actual deputado ao Parlamento Europeu, Biólogo e membro do Comité Central do PCP, exerce ainda o cargo de Vereador na Câmara Municipal de Lisboa.

http://www.pcp.pt/joão-ferreira-1º-candidato-da-cdu-ao-parlamento-europeu

Vão mudar a definição de "tacho"? Já que os outros partidos também fazem manobras de semântica...
 
Achas que tem comparação possível? Estará ele na tecnoforma? Comprou submarinos? Concluiu a licenciatura numa universidade privada?

É vereador da oposição, por isso não tem funções distribuidas. Tu bem tentas atirar lama mas não consegues.
 
Achas que tem comparação possível? Estará ele na tecnoforma? Comprou submarinos? Concluiu a licenciatura numa universidade privada?

É vereador da oposição, por isso não tem funções distribuidas. Tu bem tentas atirar lama mas não consegues.

Eu só ponho informações. Isso depois cada um que pense por si. Na entrevista de ontem ele disse que quer sair do euro e devolver os rendimentos às pessoas. Quando foi perguntado "como" foi mais uma tagarelada de "políticas de esquerda e patrióticas". Por outras palavras muito "nada". Para isso temos o Portas com o seu populismo ou o Seguro que "vai" fazer o contrário do Governo.

http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/14135628/1

Já que o PCP não explica o que aconteceria mal Portugal saísse do Euro ficam os seguintes artigos (um pequeno exemplo):

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1563099&page=-1

http://economico.sapo.pt/noticias/a-saida-do-euro_81974.html

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO043109.html?page=0
 
Quando o PCP souber explicar-me como sair do Euro e manter o mesmo nível de vida eu voto neles :D

De resto, os mentirosos sabem detetar-se uns aos outros ao longe:

“Preocupam-me os políticos em geral porque sou um deles e conheço-os muito bem. Assim que as coisas parecem estar a correr um pouco melhor temos tendência para prometer demasiado”. Quem o afirma é Jeroen Dijsselbloem, ministro holandês das Finanças e presidente do Eurogrupo.

Em entrevista ao "Expresso", o político da área socialista europeia diz que tem tido contactos com os seus correligionários portugueses e afirma que é preciso honestidade na política porque "fazer promessas é barato, mas alguém tem de pagar a conta".

"Por isso espero, desejo, que o povo português tenha políticos justos e honestos. Seja qual for o seu partido, terão de dizer às pessoas o que é realista. E o que é realista é que para Portugal se tornar numa economia forte, para ser financeiramente independente, o Orçamento tem de ser mais equilibrado."

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...e_barato_mas_alguem_tem_de_pagar_a_conta.html
 
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Logicamente que a saída do € seria catastrófica, é daquelas coisas irreversíveis nunca deveríamos ter aderido mas depois da adesão não há mais nada que fazer que nos sujeitarmos e subjugarmos, numa saída do € os ordenados convertidos para o escudo baixavam substancialmente e o pior é que os empréstimos de todos aumentavam devido a juros, ou seja, imaginem alguém de classe média com um ordenado de 800-1300€ com um credito habitação no valor de 50-80 mil €, o que aconteceria é que o ordenado em escudos passava para metade e o valor da divida aumentaria quase para o dobro e isso aplicaria-se a tudo, crédito pessoal, contas correntes, crédito empresarial,etc,etc seria uma espécie de apocalipse com consequências sociais catastróficas, Portugal nunca deveria ter entrado no € e deveria ter feito uma parceria monetária com Inglaterra.
 
Boa tarde:)

Sobre este tema eu vejo-o da seguinte maneira: há bons e maus patrões, bons e maus chefes, bons e maus trabalhadores (empregados), bons e maus governantes.

Para mim a culpa da baixa produtividade em Portugal é de todos.
Não é a identificação disto que resolve o problema. O problema resolve-se quando todos se sentam à mesma mesa e discutem os assuntos com objectividade.
Isso tem faltado em Portugal.
Cada grupo, cada profissional encara apenas e só o seu sustento pelo passar de horas e...pronto! Não há uma conjugação entre os objectivos institucionais e os objectivos individuais.

Um dos melhores exemplos de gestão empresarial está precisamente no modelo germânico.
Nele há organização, objectividade, uma participação efectiva patronato\trabalhador e uma noção clara de repartição custo\benefício para as duas partes.


Ui mas o modelo germânico seria impraticável em Portugal pois a elite do nosso pais, gosta de dar migalhas aos trabalhadores num sistema quase de mendicidade que só tem pararelo nos países mais atrasados de Leste, nunca aceitariam ver um empregado ou subordinado bem a viajar, a ter qualidade de vida, etc é uma questão de mentalidade, refiro-me mesmo a nível operário, os tugas que agora só querem barquinhos, não se esqueçam que o nosso Turismo é Low Cost é o turismo de pé de chinelo, mas mesmo as classes baixas de Inglaterra,Austria,Holanda,etc tem dinheiro para virem fazer turismo a Portugal nomeadamente a 3ª idade, é triste ver os nossos idosos em Portugal a terem de trabalhar na lavoura a não terem dinheiro sequer para os medicamentos e as reformas deles serem usadas para ajudar os filhos e os netos e depois terem uma ajuda de saúde deficitária e sub-humana, é triste ver os rostos carregados de sofrimento e depois vermos a 3ª idade dos países da europa central inclusive da Europa mediterrânica(espanhois e italianos) a fazerem turismo da 3ª idade a respirarem qualidade de vida e não falamos de 3ª idade de classes de profissões liberais, muitos dos british e boches que vemos ai nos paquetes,em Sintra, no Algarve, o Douro já é um turismo mais caro, foram operários fabris, empregados de balcão, funcionários públicos, é isto que o pais do faz de conta dos barquinhos e das palhaçadas deveria ver, e ter vergonha, pois é vergonhoso um pais com tantas megalomanias ter o exercito de pobres que nós temos, para mim como português é humilhante.
 
Logicamente que a saída do € seria catastrófica, é daquelas coisas irreversíveis nunca deveríamos ter aderido mas depois da adesão não há mais nada que fazer que nos sujeitarmos e subjugarmos, numa saída do € os ordenados convertidos para o escudo baixavam substancialmente e o pior é que os empréstimos de todos aumentavam devido a juros, ou seja, imaginem alguém de classe média com um ordenado de 800-1300€ com um credito habitação no valor de 50-80 mil €, o que aconteceria é que o ordenado em escudos passava para metade e o valor da divida aumentaria quase para o dobro e isso aplicaria-se a tudo, crédito pessoal, contas correntes, crédito empresarial,etc,etc seria uma espécie de apocalipse com consequências sociais catastróficas, Portugal nunca deveria ter entrado no € e deveria ter feito uma parceria monetária com Inglaterra.

Esquece-se de uma coisa, que a inflação disparava e nem dinheiro tinhamos para os bens essenciais, isto virava uma Venezuela em 3 tempos.

O dia em que o PCP explicar todas as consequências que tinha a saída do Euro, nesse dia o PCP morre em Portugal.

Quanto às reformas, esses que recebem reformas de 200 e 300 € podem ter trabalhado uma vida inteira mas nunca descontaram o que deviam para a Segurança Social. Um familiar meu, teve 45 anos de desconto, foi carpinteiro a vida toda e tem uma reforma quase de 800 €, porque sempre descontou e sempre pensou que quando chegasse à reforma queria ter uma reforma digna do que uma reforma miserável. Perguntem a essas pessoas que trabalhavam no privado se queriam descontar, muitas queriam receber mais ordenado e descontarem o menos possível e depois chegam à idade da reforma e só sabem dizer ah descontei uma vida inteira e recebo 300 €, algo fizeram mal agora a culpa não é do governo.
 
Esquece-se de uma coisa, que a inflação disparava e nem dinheiro tinhamos para os bens essenciais, isto virava uma Venezuela em 3 tempos.

O dia em que o PCP explicar todas as consequências que tinha a saída do Euro, nesse dia o PCP morre em Portugal.

Quanto às reformas, esses que recebem reformas de 200 e 300 € podem ter trabalhado uma vida inteira mas nunca descontaram o que deviam para a Segurança Social. Um familiar meu, teve 45 anos de desconto, foi carpinteiro a vida toda e tem uma reforma quase de 800 €, porque sempre descontou e sempre pensou que quando chegasse à reforma queria ter uma reforma digna do que uma reforma miserável. Perguntem a essas pessoas que trabalhavam no privado se queriam descontar, muitas queriam receber mais ordenado e descontarem o menos possível e depois chegam à idade da reforma e só sabem dizer ah descontei uma vida inteira e recebo 300 €, algo fizeram mal agora a culpa não é do governo.

Algarvio tu és algarvio como algarvio deves conhecer bem o Alentejo, isto é mais uma das singularidades entre Norte/ Sul do nosso pais, eu como residente da margem sul e Lisboa desde que nasci e conhecendo muito bem o Alentejo digo-te assim de caras o PCP nunca morre em Portugal aconteça o que acontecer e é sem sombra de duvidas o 3º partido do pais quer se queira quer não, mas ao contrário do que muita gente pensa o PCP utiliza um dogma, um discurso, mas na prática é um Partido de Poder nomeadamente autárquico, com os mesmos vícios os mesmos hábitos que os outros, basta estar-se atento aqui na grande Lisboa que para certas coisas a demagogia e a doutrina fica na gaveta e os interesses falam mais alto e depois no fundo são todos amigos :), mas o PCP enquanto Partido Popular não morrerá em Portugal nunca nomeadamente do Ribatejo para baixo.
Isto para dizer que nem o próprio PCP estaria sequer preparado para uma saída do € eles falam nela pois sabem que ela nunca irá acontecer por vontade do nosso pais, portanto é conversa para boi dormir desculpem a expressão mais popular.
 
Esquece-se de uma coisa, que a inflação disparava e nem dinheiro tinhamos para os bens essenciais, isto virava uma Venezuela em 3 tempos.

O dia em que o PCP explicar todas as consequências que tinha a saída do Euro, nesse dia o PCP morre em Portugal.

Quanto às reformas, esses que recebem reformas de 200 e 300 € podem ter trabalhado uma vida inteira mas nunca descontaram o que deviam para a Segurança Social. Um familiar meu, teve 45 anos de desconto, foi carpinteiro a vida toda e tem uma reforma quase de 800 €, porque sempre descontou e sempre pensou que quando chegasse à reforma queria ter uma reforma digna do que uma reforma miserável. Perguntem a essas pessoas que trabalhavam no privado se queriam descontar, muitas queriam receber mais ordenado e descontarem o menos possível e depois chegam à idade da reforma e só sabem dizer ah descontei uma vida inteira e recebo 300 €, algo fizeram mal agora a culpa não é do governo.

Vai vender banha da cobra, para outro lado, pois nem sabes o que estás para aí a dizer, vendes banha da cobra dada pelos teus amigos capitalistas, dos mesmos que acham que 150 euros de RSI dá para comprar Mercedes e agora vês para aqui mandar bitaites, de quem ganha 300 euros é quem nunca descontou como deve ser.
Fazes alguma ideia do que estás para aí a pintar?

O meu pai sempre trabalhou a vida toda, descontou a vida toda, e agora recebe pouco mais de 300 euros de reforma, e foi pedreiro sempre. Deves achar que se desconta o que se quer, conforme nos dá na telha.
É pá nem todos são empresários, gestores, bancários e afins que declaram x e recebem x + y.
E esses caramelos no final ainda recebem mais do que aquilo que ganhavam por mês !

Podemos falar de agricultura, por exemplo, se tivesses alguma noção da realidade saberias que antigamente não davam descontos para a Segurança Social trabalhavas o dia todo para os outros encherem o papo.

Agora no final nem quase têm de comer, e se achas que as pessoas que trabalham até para aos 40 anos na agricultura que depois disso têm emprego, tás muito enganado.

Se quiseres ir vendendo essa banha da cobra capitalista, podes ir ás greves dos teus amigos empresários, funcionários bancários, professores, funcionários administrativos e afins e chorarem todos em conjunto que cortaram nas reformas e nos vencimentos.

Já agora para essa gente ter reformas de 1500 euros por mês, ganharam quanto durante TODA a sua vida ???

Queres um exemplo para comparar a m**** entre países podemos comparar com o Brasil por exemplo, tudo gente da mesma laia, uns vivem em barracas, outros vivem em grande luxo. Para veres a porcaria de país que é vai ao Estado do País (Brasil) e vê tu mesmo ....

Farto desta gente ....

EDIT: Não é nada pessoal Algarvio1980, mas essa conversa que não é apenas tua já enjoa, eu não sou do PCP, mas sei bem as dificuldades com que o mundo rural vive !
 
Ainda se em Portugal acontecessem coisas destas:








Podia-se dizer que os nossos deputados tinham "garra" e "defendiam" as suas posições (ao menos o pessoal interessava-se pelos debates). Só que nem isso...
 
Editado por um moderador:
Paulo Portas prometeu que a "palavra" a usar pelos portugueses, "a partir de 17 de maio", será "recuperação". E não "cortes", como até aqui.

"Recuperação de salários progressivamente, de pensões significativamente e de rendimento necessariamente", sintetizou, na reunião alargada do Conselho de Ministros desta quinta-feira, no "balanço político" que fez do programa de assistência.

Na mesma ocasião, o vice-primeiro-ministro anunciou de surpresa que o governo aprovou na reunião a versão final do guião da reforma do Estado, para "simplificar e modernizar" a administração pública.

O documento será colocado online esta quinta-feira à tarde e apresenta "cerca de 120 medidas muito concretas" para um "horizonte temporal" do que falta desta legislatura e da próxima, apontou o vice-primeiro-ministro.

E nesse horizonte Paulo Portas voltou a apontar para o despedimento de funcionários públicos: "Uma administração que não tenha tantos funcionários será uma administração com funcionários bem pagos."

A rematar, o "vice" disse que ele e o primeiro-ministro podiam conjugar duas palavras: "Dever cumprido."

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3851247

O ministro da propaganda e as suas expressões :rolleyes:
 
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