Aristocrata
Super Célula
O discurso contra o rendimento mínimo e contra os preguiçosos em tempos de crise e desemprego dá sempre frutos, embora sejam frutos com prazo de validade muito curto...![]()
Não penso isso. O que penso é que é tempo de o estado colocar de novo aqueles que vivem e só querem viver à conta dos outros a trabalhar novamente.
Temos de lhes "dar as enxadas" de novo.
Foi com o governo do engº António Guterres que criamos "parasitas" com o denominado rendimento mínimo; quiseram chamar-lhe outra coisa - rendimento de inserção - mas o nome ficou gravado...
Infelizmente aqueles que realmente precisaram e precisam da ajuda do estado ficaram conotados com os tais "parasitas", estes que perderam qualquer veleidade em voltar ao mercado de trabalho. Não tem desculpa com o actual momento de crise pois se ao menos procurarem trabalho...mas não! Sabe melhor viver de ajudas do que trabalhar e ter menos do que essas mesmas ajudas.
Não tem é havido coragem para "dar o nome aos bois"...mudem-se as regras, atribuem mais ajudas em géneros e menos em dinheiro e era ver a maior parte deste pessoal a mexer-se.
Isto faz-me lembrar o que se passa na Venezuela: para quê trabalhar se os mais pobres recebem ajuda do estado à conta dos que trabalham? Recebem casas ricos que tem mais do que 1 habitação porque há quem precise - o estado apropria-se delas para as distribuir! Aqueles que geram riqueza tem que a distribuir aos "coitados" que nada tem - e que nada fazem por isso. O que vale à Venezuela é o petróleo senão estava o povo todo tramado. A nós o que nos vale são os fundos da CE senão estávamos tramados. Há diferenças?

A iniciativa privada cria riqueza mas a visão estreita destes indivíduos castra a produção desta riqueza em favor de quem não merece. Esta é a visão de um povo acomodado e que mantêm no poder quem o permite...em Portugal os impostos só sobem a quem produz riqueza - os bancos por exemplo não produzem riqueza, apenas são o veículo desta, e talvez por isso apesar dos lucros gigantescos não são penalizados...
Alguém cujas relações internacionais mais estreitas está em países como a Venezuela, Cuba, angola, Rússia...países conhecidos por democracias totalitárias, em que o poder se centra apenas na imagem de um indivíduo, não são um bom cartão de visita a quem nos governou e irá governar por mais uns anos.
Não será esta uma visão muito realista?
consegue comandar 1 barco no meio da pior tempestade pois com constantes zigue-zagues é que consegue sair dela.


