O PSD revela uma desorientação extrema.
A esta hora deveriam estar a bater com a cabeça na parede por não terem eleito o Paulo Rangel.
O PSD revela uma desorientação extrema.
Sejamos claros. As pessoas estão a borrifar-se para a revisão em alta do défice. As pessoas querem lá saber se algumas empresas do sector público vão ser privatizadas. As pessoas querem saber se têm dinheiro para pôr comida na mesa, pagar a hipoteca da casa, a escola dos filhos e a prestação do carro. A revisão em alta do défice é o tipo de assunto que interessa a trinta bloggers que passam fins-de-semana em Bruxelas, a convite do PPE, ou na Comporta, a convite dos patrões. As pessoas querem saber se têm subsídio de férias para pagar dívidas acumuladas no primeiro semestre do ano. E depois subsídio de Natal para poder oferecer aos filhos o aparelho fixo (dentário) que se tornou a imagem de marca da geração sub-15.
Não perceber isto é não perceber o país que somos. Por isso foi importante que o primeiro-ministro tivesse vindo dizer, preto no branco, como vai ser. Ontem, milhões de portugueses puderam respirar de alívio. Verdade que, não obstante os 78 mil milhões do resgate (coisa diferente dos propalados cem mil milhões), os desempregados continuam desempregados. Um drama a que não podemos fechar os olhos.(...)


Sim o problema não vai ser só dos desempregados, acho que não vai haver dinheiro para nada. Acho muito difícil Portugal com uma recessão económica e que vai mantê-la durante dois ou três anos pagar estes juros altíssimos da pseudo-ajuda da "troika".
Depois de os "agiotas" voltarem a emprestar dinheiro à Grécia porque o seu plano fracassou o mesmo se passará em Portugal, vai acontecer que já não há mais dinheiro para o resgate, nem para Portugal nem para Espanha que caminha para o abismo também.
Consequência, estrutura da divida, vamos para o "junk" financeiro uma série de anos, salto fora do euro, inflação altíssima, divida pior, bancarrota de famílias e estado.

E ninguém fala da explosão da questão do crédito malparado. Foi noticiado que 1 em cada 7 famílias não tem dinheiro para pagar as dívidas. Isto é só o começo. Com o aguçar da crise, muitas mais famílias ficarão sem dinheiro para pagar os créditos contraídos. Portanto, ainda a procissão vai no adro...![]()
um Risco a Azul no Visto... disse:Ora bem lá vou eu ter de bater no ceguinho, existe um Senhor influente num Partido Nacional, refém de um pseudo-engenheiro, que não leva com a sua oposição interna. Este senhor é refém do protagonismo político, poeta e com a ilusão que estar candidato em extrema-esquerda é diferente de o ser na extrema-direita, mas não deixa de dizer ter uma ideologia de centro-esquerda. Enfim um daqueles que não é independente mas é dependente do voto e do seu carreirismo político.
Hoje apresentará a um refém do sistema que nada pode decidir, um documento composto de suposta sociedade civil… Tristeza:
Académicos como Anália Torres, António Hespanha, Boaventura de Sousa Santos, José Reis, Fernando Catroga, João Ferreira do Amaral e Manuela Silva integram o conjunto de 58 personalidades que subscreveram inicialmente o manifesto.
Os sindicalistas Carvalho da Silva e João Proença, a arquitecta Helena Roseta, o compositor António Pinho Vargas, o ex-ministro socialista João Cravinho e o “capitão de Abril” Vasco Lourenço também estão entre os primeiros subscritores do documento em que é feita uma análise socioeconómica do país.
O manifesto apresenta um conjunto de propostas para o país e lança um apelo “a um compromisso sob a forma de um programa de salvaguarda da coesão social em Portugal”.
Um manifesto que fica bem, mas que internamente nunca foram voz ativa de contestação, serve para aprumar imagem e enganar mais o povo…
URL’s JN e MA

A introdução de portagens nas Scut prejudicou os automobilistas, que passaram a pagar o que antes era gratuito, mas foi igualmente ruinosa para o Estado. (...).
Na sua própria previsão, a Estradas de Portugal vai cobrar 250 milhões de euros de portagens em 2011, mas terá de pagar rendas de 650 milhões. Resultado: 62% de prejuízo.(...)
O consórcio Ascendi, liderado pela Mota-Engil e pelo Grupo Espírito Santo tem garantidos, independentemente do número de carros a circular, mais 2532 Milhões de rendas pela da Beira-Litoral e Alta, mais 891 Milhões na Costa de Prata, mais 1977 milhões na concessão Grande Porto. Já o consórcio Euroscut, liderado pela Ferrovial, ganhou direito a um adicional de 1186 milhões pela concessão Norte Litoral.
http://cachimbodemagritte.com/